Proposta de Requisitos de Aptidão à entrada no

 Ensino Superior

31 de março de 2026 

-Atualização-


Os níveis mínimos de literacia, numeracia e inglês não vão ser exigidos a todos os candidatos.

Esses requisitos apenas se aplicarão a concursos especiais, como:

  • Maiores de 23 anos
  • Outros regimes alternativos de acesso

Ou seja: quem entra pelo concurso nacional com exames do secundário não será afetado por estas exigências adicionais. 


27 de março de 2026


A proposta de novo Regime Jurídico dos Graus e Diplomas do Ensino Superior em Portugal está  "na ordem do dia" porque mexe num ponto sensível: quem pode entrar no ensino superior e com que preparação mínima.

O diploma determina que os candidatos, quer a cursos técnicos superiores profissionais, quer a licenciaturas, devem possuir, no mínimo, o nível 3 de literacia e numeracia, conforme os referenciais estabelecidos pelo PIAAC (Programa para a Avaliação Internacional das Competências dos Adultos).

Segundo o documento, compete às instituições de ensino superior estabelecer as regras específicas de acesso, assegurando, contudo, o cumprimento destes requisitos mínimos.

O que está a ser proposto - 


A proposta do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) introduz algo novo:

'Requisitos de aptidão' à entrada de estudantes no ensino superior.

Esses requisitos incluem três áreas-chave:

  • Literacia
  • Numeracia 
  • Proficiência em Inglês

- O que poderá mudar face ao modelo atual -


Atualmente

Entrada baseada sobretudo em:

  • Exames nacionais
  • Médias do secundário


Com a proposta

Introduz-se um novo critério:

  • Competências fundamentais transversais


Esta proposta representa uma mudança importante no sistema português:

  • Introduz critérios de competência real, não apenas notas
  • Dá mais poder às instituições
  • Procura alinhar Portugal com padrões internacionais

Mas também abre debates fortes sobre:

  • Equidade no acesso
  • Papel do ensino secundário
  • Risco de exclusão

-Qualidade vs. Acesso-


Mais exigência → tende a melhorar qualidade

Mais exigência → tende a reduzir acesso

O desafio é equilibrar os dois e isso não é fácil!


 Conclusão:

  • Beneficia quem está bem preparado ✅ 
  • Ajuda instituições a exigir mais ✅
  • Risco real de penalizar os mais vulneráveis ⚠️
  • Pode aumentar desigualdades se não houver compensações ⚠️


(Equipa nowIknow)

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